O papel da escola na prevenção da obesidade infantil

Autores/as

  • Carmen Silvia Sousa Ponce Autor/a
  • Eilane Rosa dos Santos Oliveira da Cruz Autor/a
  • Ivalda Maria de Araujo Autor/a
  • Juliana Cristina Pedro da Silva Autor/a
  • Mariana Orlando de Araujo Lopes Autor/a
  • Sibele Maria Monteiro Diniz Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.69849/wdf98b38

Palabras clave:

Obesidade, Desenvolvimento Infantil, Hábitos Saudáveis, Atividade Física e Alimentação

Resumen

A obesidade infantil e adolescente tem apresentado crescimento alarmante no Brasil, configurando-se como um dos principais problemas de saúde pública, conforme dados da Fiocruz (2023). O avanço das tecnologias digitais, o aumento do tempo de exposição às telas e o sedentarismo têm contribuído significativamente para o excesso de peso entre as crianças. Essa realidade é preocupante, pois o sobrepeso na infância eleva as chances de doenças como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares na vida adulta. Consideramos que a escola desempenha papel fundamental na prevenção da obesidade, ao promover hábitos alimentares saudáveis, práticas corporais e a conscientização sobre saúde e bem-estar. Também entendemos que prevenir e tratar envolve a mudança no estilo de vida e deve ser olhada com o apoio da família e de uma equipe multidisciplinar, e quando se trata da criança, a participação da escola é imprescindível. Assim, o objetivo do trabalho é refletir quanto à importância da escola na prevenção da obesidade infantil. A relevância de trabalhar este tema está no fato de que a prevenção a obesidade é uma prática inclusiva visto que é a escola atuando na prevenção da rejeição e eliminando a possibilidade de bullying. Trabalhar o tema na escola é crucial, e esta deve envolver toda a comunidade escolar no tema, oferecendo várias opções de alimentação saudável, educando para que as crianças possam com autonomia fazer boas escolhas para a sua alimentação. Este estudo visa trabalhar a alimentação de forma lúdica e envolvente, demonstrando a importância não só das escolhas alimentares adequadas, mas também da importância da atividade física. Acontecerá em dois momentos diferentes: um em sala de aula e outro na visita a uma horta municipal. Este trabalho foi realizado por um grupo de 7 (sete) estudantes do curso de Pedagogia/Matemática, trata-se de uma pesquisa do Projeto Integrador onde cada uma irá contribuir individualmente para a execução dele.

Referencias

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: Informação e documentação - Trabalhos Acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. acesso em: 10 set.2025.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

BRASIL Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Ministério da Educação e do Desporto. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.

BRASIL. SECOM - Secretaria de Políticas Digitais Consulta pública. Uso de telas por crianças e adolescentes ,Brasília, DF, 2023, disponível em https://www.gov.br/participamaisbrasil/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes acesso em 20 de out. 2025.

CORDAZZO, S.T.D, VIEIRA,M.L. A brincadeira e suas implicações no processo de aprendizagem e de desenvolvimento. Estudos e pesquisas em psicologia, UERJ, RJ, ano 7, n1, Primeiro semestre de 2007.

COSTA, M. A. P. da. SOUZA, M. A. de. OLIVEIRA,V. M. de. Obesidade infantil e bullying: a ótica dos professores. Educação e Pesquisa 38 (2012): Disponível em https://www.scielo.br/j/ep/a/wTwVzpntDtXfJwgWhhfJ6dR/?lang=pt acesso em 22 de out. 2025.

ECA. Estatuto da Criança e do Adolescente, Brasília, DF: Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/crianca-e-adolescente/publicacoes/eca_mdhc_2024.pdf. Acesso em 22 de out. 2025.

ENES, C.C. SLATER, B. Obesidade na adolescência e seus principais fatores determinantes. Revista Brasileira de epidemiologia.Vol 13, 2010 Disponível.https://www.scielo.br/j/rbepid/a/BrbTFHDPDmdf6sbnrxPwYRw/?format=html&lang=pt. Acesso em 20 de set. 2025.

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Obesidade em crianças e jovens cresce no Brasil na pandemia. Rio de Janeiro, 2023. Por Icict/Fiocruz. Publicado em 22/11/2023. Disponível em 01 de out. 2025.

GOV.BR.O uso de telas por crianças e adolescentes. Brasilia,DF 2023. https://www.gov.br/participamaisbrasil/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes Acessado em 01 de out. 2025.

GUEDES, P.F. ALMEIDA,K.B. MORAES, L.P. A prevalência da obesidade infantil entre os alunos do ensino fundamental nas escolas da rede pública: revisão sistemática da literatura. Revista Arquivos Científicos, Instituto Macapaense de Ensino Superior 2019 https://arqcientificosimmes.emnuvens.com.br/abi/article/view/217 dis40 disponível em 20 de out. 2025;

MELLO, E. D. D., LUFT, V. C., & MEYER, F. (2004). Obesidade infantil: como podemos ser eficazes?. Jornal de pediatria, 80, 173-182. Disponível em: https://scholar.google.com/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0%2C5&q= Acesso em 21 de set. 2025.

REIS, C.E.G. VASCONCELOS, I.A.L. BARROS, J.F.de N. Políticas públicas de nutrição para o controle da obesidade infantil. Universidade de Brasília, 2011, disponível em https://www.scielo.br/j/rpp/a/8KSy3yMP9DV6ZCc6Z5gmktd/?format=html&lang=pt acesso em 17 de out. 2025.

Publicado

2026-03-11

Cómo citar

Ponce, C. S. S., Cruz, E. R. dos S. O. da, Araujo, I. M. de, Silva, J. C. P. da, Lopes, M. O. de A., & Diniz, S. M. M. (2026). O papel da escola na prevenção da obesidade infantil. Revista Ft, 30(156), 01-16. https://doi.org/10.69849/wdf98b38